COVID-19: a pandemia que incentiva a parar – Blog da Apino Turismo
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COVID-19: a pandemia que incentiva a parar

Epidemias provocam medo, que é a preocupação com o desconhecido. Eventos cancelados, áreas isoladas, corridas a supermercados, mais de 200 casos confirmados no Brasil. As bolsas de valores do mundo tiveram a pior queda desde outubro de 1987. A queda aconteceu depois de Trump anunciar que ficaram suspensas as viagens para os EUA por 30 dias. Com a enxurrada de informações confiáveis e nem tão confiáveis assim, é importante observar alguns pontos.

 1 – O COVID-19, coronavírus:  faz parte de uma grande família viral (conhecida desde os anos 1960) que causa infecções respiratórias leves e moderadas, parecido com resfriado comum.  Agrava a saúde de pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico prejudicado e em idosos. O rendimento semiótico que o COVID-19 está construindo passa a ser um evento midiático, de acordo com o gosto ou intencionalidade de cada emissor de discursos ou narrativas. Deixando evidente a infodemia, ou seja, a enxurrada de notícias que direciona o foco das pessoas para uma pandemia global e catastrófica, gerando medo e  ofuscando problemas.

2 – Para cada um que fica em casa, menos transmissão se cria: não precisa ser a pior doença da história para produzir o pior cenário de todos os tempos. É só impor responsabilidades superiores à capacidade dos recursos de saúde disponíveis, pois quando todos precisam de atendimento no hospital ao mesmo tempo, as mortes disparam. Achatar a curva de contágio é a estratégia para países com infectados, e isso se faz com teste e isolamento. Contribuindo para a margem tolerável diante da infra-estrutura de saúde. A quarentena na Itália, o confinamento de milhões na China, a proibição de viagens aos Estados Unidos, rendeu muita repercussão. Porém atitudes simples, como lavar as mãos, trabalhar em casa e evitar aglomerações, garantem eficácia maior.  

3 – Já sabemos o que se trata e com o que estamos lidando: as pessoas contaminadas se recuperam, há 13 vezes mais pacientes curados do que mortos. A taxa de letalidade é de 3,4%, inferior, à da febre amarela silvestre e da versão mais grave da dengue. A doença não causa sintomas, ou é leve em 81% dos casos. A secretária da Sociedade Espanhola de Virologia, Inmaculada Casas Flecha, explicou que o “os coronavírus têm um invólucro que é como uma membrana em forma de coroa – daí o nome coronavírus – extremamente sensível à luz ultravioleta. Qualquer vestígio de coronavírus desaparece ao entrar em contato com a luz solar.” Apenas 3% dos casos ocorrem em menores de 20 anos e a mortalidade em menores de 40 anos é de apenas 0,2%. 

4 – Tecnologia como aliada: o Google liberou o acesso gratuitamente à categoria avançada das videoconferências do Hangouts Meet para todos os clientes do G Suite e G Suite for Education até 1º de julho de 2020. E a companhia está trabalhando para dar suporte a mais transmissões ao vivo e públicas no YouTube.

5 – Tudo vai passar, nossa casa é nosso hotel: podemos realmente utilizar esse tempo em casa para trabalhar, para organizar a nossa vida, pensar nas próximas férias, fazer uma lista dos lugares que pretende conhecer, ler o livro que não terminou, acabar a série que gostaria, ligar para familiares esquecidos. O dever de ficar em casa, também é um prazer que todos podemos ter.  Sem pânico, sem neuras, assumindo o controle da mente. Você é o que você espalha, controle sua mente, colabore com a formação de uma sensação de confiança e serenidade. Foco em coisas ruins, dá mais força para as coisas ruins. Tudo vai passar. 

Sentiu algum sintoma? Ligue para o ”Alô Saúde Floripa” 0800 333 3233. Não procure uma unidade de saúde sem antes ligar para o número do programa que estará disponível 24h todos os dias. Isso vai frear contaminações em unidades de saúde. 

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