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Os melhores locais de Santa Catarina para cicloturismo

Santa Catarina para cicloturismo
Os melhores locais de Santa Catarina para cicloturismo
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Bicicleta e viagens são combinações de sucesso em muitos países do mundo. Segundo a Federação Européia de Ciclismo, este segmento movimentou, em 2012, cerca de 44 bilhões de euros na Europa, empregando em 2014 cerca de 524 mil pessoas.

Cultura de respeito à bicicleta, boas condições de estradas e trilhas, pontos de apoio, são algumas das características que atraem os cicloturistas.

No Brasil, ainda não existem dados oficiais sobre o crescimento do cicloturismo e nem o potencial econômico, mas já se nota o aumento de cicloturistas, associações, equipes etc. Enfim, a cultura da bike vem tomando espaço e junto a ela, o interesse por roteiros com belas paisagens, cultura e segurança.

Entre os roteiros mais famosos de cicloturismo no país, os circuitos de Santa Catarina ganham destaque.

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Os melhores locais de Santa Catarina para cicloturismo

Circuito das Araucárias

O Circuito das Araucárias é um dos mais bem organizados e sinalizados. O caminho passa por Campo Alegre, Corupá, São Bento do Sul e Rio Negrinho, somando 250 quilômetros, considerada uma viagem de longa distância.

Diversas atividades podem complementar os trechos com cachoeiras, gastronomia italiana, alemã e polonesa. Além disso, um grande destaque é o rapel no Morro da Igreja, um dos maiores paredões de pedra com 245 metros. Por isso, para aproveitar o máximo da viagem, recomenda-se uma estadia de seis dias.

O caminho ainda passa por 14 cachoeiras e é repleto de belas araucárias mescladas a Mata Atlântica bem preservada. Também passa pelo Campos de Quiriri, área de preservação ambiental (APA), onde em dias claros e nos pontos mais altos (entre 1300 e 1580 metros) é possível avistar o litoral norte de Santa Catarina e as cidades de Joinville e São Francisco do Sul.

Um dos destaques é a parte histórica. O circuito passa por diversos trechos originais da Estrada Dona Francisca, construída no período do Império, por volta de 1865, para ligar a Colônia Dona Francisca (hoje Joinville) ao planalto catarinense, utilizado por carroções para escoar erva-mate, madeira, couro e outros produtos. Do caminho ainda é possível acompanhar a Estrada de Ferro, que liga São Paulo ao Rio Grande do Sul, construída em 1913 e ainda em funcionamento.

Vale a pena acompanhar o calendário de festas da região e aproveitar as festas locais (regadas por muito chope e danças folclóricas), além da gastronomia e dos cafés colonias. O ciclista também tem a possibilidade de pegar carimbos por trechos e ao final trocar por um certificado.

Circuito do Vale Europeu

Com 300 km de distância, o Circuito do Vale Europeu passa por 9 municípios de forte cultura da colonização alemã e italiana. Com início e fim em Timbó, percorre Pomerode, Indaial, Doutor Pedrinho, Rodeio, Apiúna, Ascurra, Benedito Novo e Rio dos Cedros. Considerado o primeiro roteiro turístico planejado para o cicloturismo, o caminho completou dez anos e prioriza estradas de terra, apesar de também contemplar vias urbanas e vilas.

Ainda conta com grande concentração de nascentes e oferece pontos de apoio e outras opções de lazer, como rafting, banhos de cachoeira, rapel e caminhadas. Assim, indica-se uma estadia de sete dias, já que a região também é reconhecida pela gastronomia italiana e alemã, arquitetura e diversas festas típicas, como a Festa do Imigrante em Timbó, a Festa Pomerana em Pomerode, a Festa Trentina de Rio dos Cedros e La Sagra em Rodeio.

O percurso é dividido na parte baixa, que acompanha o vale dos rios, com subidas e descidas, o que requer certa experiência e condicionamento nas bikes; e a parte alta, que segue em direção às represas da região e apresenta paisagens mais isoladas que permitem a conexão com a natureza. Confira uma reportagem sobre o caminho.

Circuito Costa Verde

Mais próximo do mar, o primeiro circuito de cicloturismo no Brasil em região litorânea, o Circuito Costa Verde tem 270 quilômetros e é considerado de dificuldade moderada. Possui vias conservadas, sinalizadas e sem muitas subidas. Apesar de evitar rodovias, a dica é não planejar a viagem em férias e feriados, já que nesta época a região fica muito movimentada de turistas.

A viagem conta com 60 praias (badaladas e desertas) repletas de belezas naturais e passa pelas cidades de Balneário Piçarras, Bombinhas, Itapema, Itajaí, Navegantes, Penha, Porto Belo, Balneário Camboriú, Camboriú, Ilhota e Luís Alves. O roteiro pode ser complementado com mergulhos, trilhas, voos livres, banhos de cachoeira e passeios de caiaque. Assim, recomenda-se seis dias de imersão.

A colonização açoriana é bem marcante pelos traços culturais e culinária, momentos chave para desfrutar o passeio.

Caminho da Imperatriz / Acolhida na Colônia

A pedalada no Caminho da Imperatriz é realizada na Encosta da Serra do Tabuleiro. O percurso passa por Rancho Queimado, Anitápolis e Santa Rosa de Lima, região conhecida pela agricultura orgânica e familiar, e inúmeras cachoeiras, rios e águas termais.

Com 116 quilômetros, maior parte plana, recomenda-se cinco dias para completar o trajeto. Pode complementar o passeio com a visita ao Parque Nacional da Serra do Tabuleiro que possui entrada gratuita e, atualmente, vem sendo gerido de forma compartilhada pela OSCIP Instituto Çarakura.

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